Um negócio de rastreamento não se sustenta com a venda do aparelho: sustenta-se com a mensalidade. Quem só cobra a instalação precisa sair para vender de novo todo mês. Este guia explica o modelo que acumula.
Cobre o equipamento e a instalação. Devolve o dinheiro que você pôs; não é o lucro.
Cobre a plataforma, o chip e o seu atendimento. É o que faz o negócio valer algo.
Um ano pago adiantado, com desconto, resolve o caixa e derruba a inadimplência.
O serviço é suspenso, não apagado. Quando o cliente se acerta, volta com o histórico.
Fatura-se pelo que está funcionando. Um veículo suspenso não custa a você naquele mês.
O que a mensalidade inclui, o que não, e o que acontece se o equipamento quebrar. Evita a discussão no sexto mês.
Palavras exatas para usar na visita. Sem tecnicismos.
«São duas coisas: a instalação paga-se uma vez, e o serviço paga-se todo mês enquanto o carro estiver ativo.»
«Se suspender um veículo, aquele mês não paga. Quando reativar, volta com o histórico.»
Você distribui com a sua marca. Esta é a lista de para quem serve e com que argumento.
Não. Vai incluído, e sai com a sua marca.
Suspende-se esse e passa-se o equipamento para o novo. A conta segue.
Sim. E o histórico fica: é o que serve para um boletim de ocorrência ou um sinistro.
Sim. O preço por veículo cai com a quantidade.
Com duas cobranças: uma de entrada que cobre equipamento e instalação, e uma mensalidade por veículo que cobre a plataforma, o chip de dados e o seu atendimento. O negócio está na mensalidade.
Não. Quem só cobra instalação precisa sair para vender de novo todo mês. A mensalidade é o que faz o negócio acumular e valer algo.
O serviço é suspenso, não apagado. Quando ele se acerta, volta com o histórico completo.
Sim, e costuma compensar: com desconto resolve o caixa e derruba a inadimplência.
Não. Vai incluído e sai com a sua marca nas lojas.
Com a calculadora de ganho dá para ver a margem com o seu volume e o seu preço de venda.