O PESV é o Plano Estratégico de Segurança Viária: o documento com que uma empresa demonstra que faz algo concreto para que sua gente não morra na estrada. Na Colômbia é obrigatório e quem exige é o Ministério dos Transportes. Este guia diz quem está dentro, em que nível, e que papéis vão pedir no dia da auditoria.
Um plano escrito e aplicado: política, diagnóstico, responsável, comitê, ações e acompanhamento. Não é um documento que se compra pronto e se arquiva; o auditor pergunta pelas evidências de que está sendo executado.
Empresas com mais de 10 veículos, as que contratam serviços de transporte e as que têm 2 ou mais motoristas se deslocando para cumprir suas funções. Muitas empresas que não se consideram de transporte entram por esse terceiro caminho.
Básico, padrão e avançado, conforme o tamanho da frota e a missão da organização. O avançado vale a partir de uma centena de veículos próprios, contratados ou administrados. Quanto mais alto o nível, mais passos obrigatórios.
É a estrutura da resolução anterior, a 1565 de 2014. A vigente é a Resolução 40595 de 2022, que reorganizou o PESV em 4 fases e 24 passos do ciclo PDCA. Se o seu documento ainda está montado por pilares, está desatualizado.
A Lei 1503 de 2011 criou a obrigação e a Resolução 40595 de 2022 fixou a metodologia vigente. Essas são as duas referências que convém ter à mão quando alguém oferecer «fazer o seu PESV».
Quase nunca por não ter o plano: por não conseguir demonstrar que é executado. Faltam as evidências — as manutenções feitas, os treinamentos assinados, os incidentes registrados, os percursos reais.
Palavras exatas para usar na visita. Sem tecnicismos.
«O PESV não é um documento, é uma rotina. O que vão pedir não é o arquivo: é a prova de que você aplica.»
«Se você tem duas pessoas dirigindo a trabalho, já está dentro, mesmo que sua empresa não seja de transporte.»
Você distribui com a sua marca. Esta é a lista de para quem serve e com que argumento.
Velocidade, percursos, horas ao volante e paradas saem sozinhos do rastreamento, com data e coordenada. É o tipo de prova que não dá para preencher à mão na véspera.
Datas de revisão, seguro e inspeção com aviso antes de vencer. É das primeiras coisas que se revisam e das que mais se esquecem.
Um incidente anotado três meses depois não vale como evidência. Registrá-lo na hora, com quem, onde e o que se fez, é metade do trabalho.
A política assinada, o comitê, os treinamentos e o diagnóstico são trabalho da empresa. Nenhum software os substitui, e quem prometer o contrário está vendendo fumaça.
O Plano Estratégico de Segurança Viária: o plano com que uma organização demonstra que gerencia o risco de sua gente sofrer um acidente de trânsito trabalhando. Na Colômbia é exigido pelo Ministério dos Transportes.
As empresas com mais de 10 veículos, as que contratam serviços de transporte e as que têm 2 ou mais motoristas que se deslocam para cumprir suas funções. A terceira é a que surpreende: muitas empresas que não se consideram de transporte estão obrigadas.
A Lei 1503 de 2011 criou a obrigação e a Resolução 40595 de 2022 fixou a metodologia atual, com 3 níveis e 24 passos distribuídos em 4 fases do ciclo PDCA.
Não. Os 5 pilares são da Resolução 1565 de 2014. A 40595 de 2022 os substituiu por níveis e passos. Se o seu plano ainda está montado por pilares, convém atualizá-lo.
Depende do tamanho da frota e da missão da organização: básico, padrão ou avançado. O avançado vale a partir de uma centena de veículos próprios, contratados ou administrados.
Serve para a parte que precisa ser demonstrada com dados: velocidade, percursos, horas ao volante, paradas e manutenções. Não substitui a política, o comitê, o diagnóstico nem os treinamentos, que são trabalho da empresa.
Não por não ter o plano, mas por não conseguir provar que é executado. As evidências datadas são o que quase sempre falta.
A obrigação legal e o nome, sim. Mas o plano em si — política, riscos, motoristas, veículos, incidentes e evidências — é o mesmo que as normas de segurança viária de outros países e a ISO 39001 pedem, então a ferramenta serve igual fora da Colômbia.
Mostramos como fica o dossiê com seus veículos e motoristas dentro, e que parte se preenche sozinha com o rastreamento.