Em obra o problema não é onde está o caminhão: é quantas horas a máquina realmente trabalhou e onde foi parar o equipamento menor.
O que se fatura ao contratante e o que se paga ao operador.
Tanque próprio e consumo difícil de controlar.
Geradores, compressores e formas que rodam entre obras.
A máquina devia estar num lugar e apareceu em outro.
Programada por horas de trabalho, não por data.
Grandes construtoras que auditam seus subcontratados.
Palavras exatas para usar na visita. Sem tecnicismos.
«Quantas horas a escavadeira trabalhou de verdade no mês passado? Com isto você fatura sem discutir.»
«E o gerador que sumiu no ano passado: isso também dá para controlar.»
Você distribui com a sua marca. Esta é a lista de para quem serve e com que argumento.
Registro de ligamento e horas de uso do equipamento.
Reboques e maquinário sem motor.
Ferramenta e equipamento menor.
Manutenção por horas de uso.
Com horas de motor, não com quilômetros. Uma máquina trabalha parada, então a quilometragem não diz nada.
Sim, com sensor de nível. Na obra o combustível é manuseado solto e é onde mais se perde.
Com equipamentos de bateria própria, que não precisam de ligação ao veículo. É o que permite cobrir geradores, compressores e torres de iluminação.
Sim, com uma zona desenhada em volta da obra e um alerta de saída.
É um mercado onde a economia aparece já no primeiro mês.