O custo da oficina não está nos consertos: está nos que foram feitos tarde e no veículo parado enquanto isso. Esse é o argumento.
Com o FleetCare o sistema avisa por quilometragem ou por data, não pela memória do chefe de oficina.
Quanto cada veículo já gastou. O que passa do limite aparece.
Quem dirige informa a falha pelo celular e ela não se perde num caderno.
A manutenção é programada sobre o percurso real, não sobre a estimativa.
Com o WorkOrders fica claro quem fez o quê e quando.
Vistoria, seguro e manutenções com alerta prévio.
Palavras exatas para usar na visita. Sem tecnicismos.
«Trocar o óleo tarde custa um motor. O sistema avisa por quilômetros reais, não pelo que alguém lembrar.»
«No fim do mês você vê qual dos seus carros está custando mais. Esse é o que você decide se continua ou vende.»
«E o motorista informa a falha pelo celular, com foto, na hora. Não num papel que se perde.»
Você distribui com a sua marca. Esta é a lista de para quem serve e com que argumento.
Onde a oficina já é um custo grande e descontrolado.
Onde um veículo parado é uma linha que não sai.
Onde uma falha grande custa mais que o rastreamento da frota inteira.
Onde veículo parado significa entrega não cumprida.
Avisando antes de a revisão vencer, por quilômetros, por horas de motor ou por data. Consertar em tempo custa menos que consertar depois da falha, e um veículo parado não fatura.
Sim, e em máquinas é o correto: uma escavadeira não roda quilômetros, mas acumula horas de trabalho.
Sim, registrando cada serviço com o custo. Com isso se vê qual veículo está consumindo o orçamento da oficina.
Quase sempre porque o veículo não está somando quilômetros nem horas, ou porque não foi lançado o valor da última revisão e a conta começa do zero.
Ninguém discute que consertar tarde sai mais caro.