É o mercado maior e o mais disputado. Não se ganha baixando preço: ganha-se chegando com a conversa que o concorrente não tem.
É o segundo custo depois da folha e quase nunca está medido.
Não levam o caminhão: levam o que está dentro.
Horas perdidas carregando e descarregando que ninguém paga.
O embarcador pede relatórios e cumprimento.
Veículos velhos com manutenção reativa.
Uma batida para o caminhão e aumenta o seguro.
Palavras exatas para usar na visita. Sem tecnicismos.
«Quantas horas por mês seus caminhões passam esperando no cliente? Com isto você mede e cobra.»
«Seu cliente pede relatórios. Podemos mandá-los sozinhos, toda segunda, sem você fazer nada.»
Você distribui com a sua marca. Esta é a lista de para quem serve e com que argumento.
A base: onde está, quanto rodou e quanto esperou.
Comportamento de direção e plano de segurança viária.
Manutenção programada e controle de custos.
Para a informação entrar no faturamento ou na expedição.
Três coisas mensuráveis: controle de combustível, resposta imediata a roubo e evidência dos tempos de espera no cliente, que é dinheiro que hoje ninguém cobra.
Sim, com sensor de nível instalado. Sem sensor só se veem sintomas, não o nível do tanque.
O equipamento guarda as posições e envia quando recupera a cobertura. Para rotas longas por regiões despovoadas existe ainda a cobertura via satélite.
Sim: relatórios de entradas e saídas de zona com hora, que é o que encerra as discussões sobre ter chegado ou não no prazo.
Quase todos vendem aparelhos. Você pode chegar com soluções.