O protocolo Cellocator
O protocolo dos equipamentos Cellocator, de uma casa israelense que vem da segurança veicular e da recuperação de roubos. Seus equipamentos são feitos para que seja difícil inutilizá-los.
Falam-no o CR300, o CR200B, o CelloTrack e o Cello-IQ. É um protocolo binário: não dá para ler «a olho» em um registro, é preciso interpretá-lo.
Gere o comando de configuração
Equipamentos que o usam
Receba este protocolo na sua própria plataforma
Não é preciso montar servidor nem programar nada: a plataforma já lê este protocolo. Você coloca a marca e o domínio.
Ver como funciona a distribuiçãoConsultar IMEIFerramenta de identificação de dispositivos. Não realizamos desbloqueio, liberação nem consultas de listas negras de telefonia móvel, e não temos relação com a GSMA.
De onde saem os dadosBase pública de TAC de celulares (licença MIT, Copyright (c) 2026 Moaz Ebrahem), códigos TAC publicados pela Teltonika em sua wiki oficial, e o protocolo observado nos equipamentos conectados à plataforma Appogio. Não publicamos nenhum IMEI completo nem dado de nenhum cliente.
Perguntas frequentes
Que equipamentos falam o protocolo Cellocator?
O CR300, o CR200B, o CelloTrack e o Cello-IQ. Vêm do mundo da segurança veicular e da recuperação de roubos.
Por que é usado em seguradoras?
Porque são feitos para que seja difícil inutilizá-los, e esse é o requisito de quem paga um roubo. Não é um rastreador de balcão.
Dá para ler o registro dele a olho nu?
Não. É um protocolo binário: é preciso interpretá-lo, não se lê «a olho» como os que mandam texto.