O protocolo Galileosky
O protocolo dos equipamentos Galileosky, de origem russa, com algo que quase ninguém tem: seus equipamentos se <strong>programam</strong>, não apenas se configuram. Coloca-se lógica própria para que reajam dentro do próprio aparelho.
Falam-no o Galileosky 7, o Base Block e as versões v5.0 e v7.0. Além da posição transporta o que for programado para ler: implementos, ciclos de uma máquina, sensores incomuns.
Gere o comando de configuração
Equipamentos que o usam
Receba este protocolo na sua própria plataforma
Não é preciso montar servidor nem programar nada: a plataforma já lê este protocolo. Você coloca a marca e o domínio.
Ver como funciona a distribuiçãoConsultar IMEIFerramenta de identificação de dispositivos. Não realizamos desbloqueio, liberação nem consultas de listas negras de telefonia móvel, e não temos relação com a GSMA.
De onde saem os dadosBase pública de TAC de celulares (licença MIT, Copyright (c) 2026 Moaz Ebrahem), códigos TAC publicados pela Teltonika em sua wiki oficial, e o protocolo observado nos equipamentos conectados à plataforma Appogio. Não publicamos nenhum IMEI completo nem dado de nenhum cliente.
Perguntas frequentes
O que a Galileosky tem de diferente?
Que seus equipamentos se programam, não apenas se configuram: coloca-se lógica própria para que reajam dentro do próprio aparelho, sem depender da conexão.
Para que serve isso na prática?
Para agricultura, mineração e indústria: ler um implemento incomum, contar ciclos de uma máquina ou decidir algo sem cobertura.
Vale a pena se eu só quero rastreamento?
Não. Se não for usar a programação está pagando por algo de que não precisa: para rastreamento padrão há opções melhores e mais baratas.